sexta-feira, julho 25, 2008

Acasos de uma casualidade...

 

Por casualidade verfiquei um destes dias, que se havia dado o acaso de ter acontecido naquele dia uma prquena casualidade de um encontro casual, num local casual, sobre isso falamos horas e por casualidade perdeu-se o fio a meada, e depois a conversar por acaso descobrimos onde tinhamos ficado com  a nossa conversa que por acaso era sobre o casualidade de ocorrer um acaso como este.

Pura casualidade não é!

ARTIGO DE NUNO MARKL PARA OS TRINTÕES


A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
"Quem?", perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: "Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D´Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore!
E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído.
Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de "terno" nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo.
Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
E ainda nos chamavam geração "rasca"... Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada."
(Nota: ...os chocolates não eram gamados no "Pingo Doce"... Ainda se chamava "Pão de Açúcar"!!!)

terça-feira, julho 22, 2008

Que estranha forma de vida

Ping pong, , , , , , , , ,

Bem depois de estar algum tempo a imaginar que genero de post iria colocar aqui, cheguei a feliz conclusão que as noticias por aqui, terras de Portuguesinho são piores ainda do que as que eu pudesse imaginar ou inventar, como se as duas coisas não fossem a mesmissima coisa, aparte euforias acerca dos mais variados temas para que nós habeis habitantes de tal terra por Deus esquecida, (dominio .pt, cujos custos de registo até aqui na net ascenderam a valores nunca antes vistos, deve ser por causa do preço do net-petroleo que é usado para navegar na net), temas esses criados e defenidos a serem usados de forma a que pudessemos esquecer a miséria a que estamos votados neste pais A BEira MAresia Plantado, a frente designado por ABEMAP.

A cupula deste blog decidiu mais uma vez ao final de uns dois a três meses de reunião sem comer ou beber.... ( esta parte não é verdade)... comentar o tema do ACORDO ORTOGRAFICO aprovado pela assembleia da Republica, julgo que no mês passado, e promulgado pelo nosso presidente estes dias, colocou portugal na linha de trás dos paises que cuidam e protejem a sua lingua. so serve mesmo pra escrever aqui que mais uma vez estou com vergonha das pessoas que decidem pr nós. assinem a petição contra tal acordo..... no proximo post teremos exemplos de palavras que mudaram a forma de ser escritos e que ficaram do piorio... até la!

quinta-feira, julho 17, 2008

A minha pequena forma de ver...

 

Acontece sempre que tento encontrar algo de bom, que me saia vezes sem conta o pior das coisas, e das pessoas...(E. Lemos, Carpinteiro Portugues, 1974 -   )

 

Sempre que olho ao espelho vejo a pessoa que sou e sempre que fecho os olhos e sonho quem gostaria de ser vejo a pessoa que vi ao espelho. (E. Lemos, Carpinteiro Portugues, 1974 -   )

 

A maldade e uma coisa que esta intrinsecamente inserida no meu ser!É pena que só eu veja isso.(E. Lemos, Carpinteiro Portugues, 1974 -   )

 

Podes colocar 100.000 homens e mulheres de um lado e do outro 1 cão, que de entre todos sei qual deles merece o meu carinho, e qual deles me será fiel para sempre...   (E. Lemos, Carpinteiro Portugues, 1974 -   )

 

 

A unica forma de se atingir um objectivo na vida e não pensar nele como objectivo...   (E. Lemos, Carpinteiro Portugues, 1974 -   )